I’ve been drinking in empty glasses.
I’ve been sleeping in sharp blade beds
I’ve been walking lonely in crowded streets
I’ve been living in castles of cards… falling down over me…
I’ve been wrong all my life.
I’ve screwed up everything I touched.
I’ve been pretending for so long…too long...
I’m a joke.
I’m a fraud.
There are no happy endings anymore. Never were.
I’ve been trying to be nice, and how much I hate to be nice!
And the point is: people despise me anyway…and I don’t care. I’m pretty sure that I despise them more.
"What are these barriers that keep people from reaching anywhere near their real potential? The answer to that can be found in another question and that's this: Which is the most universal human characteristic: fear, or laziness?" Waking Life
segunda-feira, 15 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Uma parte de mim está morta. Já não a sinto. Matei-a como se mata algo que se atravessa na nossa frente e não nos deixa passar.
Há coisas em nós que temos que matar. Sem piedade. De uma forma hostil e sangrenta.
Matá-las é a única forma de continuarmos a viver, ainda que isso nos condene a prosseguir o resto do caminho incompletos…vazios…cadáveres de uma alma dilacerada…
Há coisas em nós que temos que matar. Sem piedade. De uma forma hostil e sangrenta.
Matá-las é a única forma de continuarmos a viver, ainda que isso nos condene a prosseguir o resto do caminho incompletos…vazios…cadáveres de uma alma dilacerada…
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Não. Não me dêem canções de amor. Inúteis e ridículas.
Não. Não me obriguem a emocionar-me com finais felizes em filmes românticos.
Não. Não quero saber da beleza do pôr-do-sol.
Não me interessa o brilho nos olhos das pessoas felizes nas ruas. Dos seus sorrisos descomprometidos. Porém acorrentados.
Não me importa as palavras bonitas. As cores do arco-íris pintado no céu ao ritmo de um dia chuvoso de Primavera. E toda a poesia circundante de tal momento.
Não! Não me tentem fazer acreditar que a vida é bela e doce. Que as pessoas têm que ser boazinhas. Simpáticas. Amigas. Prestáveis. Solidárias.
Não me tentem impor normas de comportamento ajustado.
Há um padrão a seguir. Para cada situação que acontece, os outros esperam de ti uma determinada reacção. Um determinado comportamento.
E o que acontece se eu não corresponder a isso? Se me aborrecer imenso ser coerente?
Pior. Se eu não fizer sequer ideia de como me tenho que “comportar” de acordo com as várias situações.
Não. Mas as respostas têm que ser consistentes. Os outros têm que saber agir face ao que fazes, não podes simplesmente alterar a livre sucessão dos acontecimentos.
A vida é um sistema de estímulos – respostas predefinidas.
E se eu for de tal forma desajustada do meio que me rodeia, que não faça ideia das respostas predefinidas? Será melhor ir viver para uma ilha deserta?
Ou posso continuar passivamente a ignorar tudo?
Acorda! Acorda para a vida! Uma vez que seja tens que te impor na realidade! Não podes continuar o tempo todo com uma atitude apática face aos estímulos exteriores. Respostas. Tens que dar respostas. Tens que dar um passo qualquer. Eles vão achar-te extremamente estranha se continuares assim. E ninguém vai querer aproximar-te de ti porque te vêem como uma aberração.
Muito bem. Acho justo. Mas e se eu não me importar? É uma boa desculpa, não? Eu não me importo. E pronto. Passa. E se eu não precisar que “eles” se aproximem de mim? E se eu achar que “eles” é que são aberrações?
Não. Tu tens que aprender a viver em sociedade. A tomar atenção ao mundo que te circula.
Se toda a gente diz que aquela parede é amarela, porque é que tu teimas em dizer que ela é verde?! Ou pior muitas vezes chegas ao ponto de nem saber de que cor é exactamente a parede! E todos vêem perfeitamente que é amarela! É tão óbvio!
Porque és tão pouco astuta?!
Deixaste-te de tal forma prender na tua própria piada…que já não tem graça nenhuma…ninguém já se está a rir…nem tu…sempre foste péssima a fazer piadas…
Não. Não me obriguem a emocionar-me com finais felizes em filmes românticos.
Não. Não quero saber da beleza do pôr-do-sol.
Não me interessa o brilho nos olhos das pessoas felizes nas ruas. Dos seus sorrisos descomprometidos. Porém acorrentados.
Não me importa as palavras bonitas. As cores do arco-íris pintado no céu ao ritmo de um dia chuvoso de Primavera. E toda a poesia circundante de tal momento.
Não! Não me tentem fazer acreditar que a vida é bela e doce. Que as pessoas têm que ser boazinhas. Simpáticas. Amigas. Prestáveis. Solidárias.
Não me tentem impor normas de comportamento ajustado.
Há um padrão a seguir. Para cada situação que acontece, os outros esperam de ti uma determinada reacção. Um determinado comportamento.
E o que acontece se eu não corresponder a isso? Se me aborrecer imenso ser coerente?
Pior. Se eu não fizer sequer ideia de como me tenho que “comportar” de acordo com as várias situações.
Não. Mas as respostas têm que ser consistentes. Os outros têm que saber agir face ao que fazes, não podes simplesmente alterar a livre sucessão dos acontecimentos.
A vida é um sistema de estímulos – respostas predefinidas.
E se eu for de tal forma desajustada do meio que me rodeia, que não faça ideia das respostas predefinidas? Será melhor ir viver para uma ilha deserta?
Ou posso continuar passivamente a ignorar tudo?
Acorda! Acorda para a vida! Uma vez que seja tens que te impor na realidade! Não podes continuar o tempo todo com uma atitude apática face aos estímulos exteriores. Respostas. Tens que dar respostas. Tens que dar um passo qualquer. Eles vão achar-te extremamente estranha se continuares assim. E ninguém vai querer aproximar-te de ti porque te vêem como uma aberração.
Muito bem. Acho justo. Mas e se eu não me importar? É uma boa desculpa, não? Eu não me importo. E pronto. Passa. E se eu não precisar que “eles” se aproximem de mim? E se eu achar que “eles” é que são aberrações?
Não. Tu tens que aprender a viver em sociedade. A tomar atenção ao mundo que te circula.
Se toda a gente diz que aquela parede é amarela, porque é que tu teimas em dizer que ela é verde?! Ou pior muitas vezes chegas ao ponto de nem saber de que cor é exactamente a parede! E todos vêem perfeitamente que é amarela! É tão óbvio!
Porque és tão pouco astuta?!
Deixaste-te de tal forma prender na tua própria piada…que já não tem graça nenhuma…ninguém já se está a rir…nem tu…sempre foste péssima a fazer piadas…
Há um momento. Um ténue momento em que tudo se ajusta e se desajusta em simultâneo.
Um momento em que a sanidade se transforma em loucura tão naturalmente como se tivesse sido sempre assim. Há sempre um momento em que tudo o que tínhamos já não nos pertence mais. Em que de repente acordamos a milhares de quilómetros de qualquer sitio. Um ténue momento de inexistência, de descontrolo. Perde-se o chão. Perde-se o poder sobre a gravidade. Perde-se o raciocínio. A compreensão da realidade.
E nesse ténue momento não sabemos se estamos acordados ou adormecidos. Não distinguimos as discrepâncias nos intervalos de sucessão de tempo.
Um momento em que a sanidade se transforma em loucura tão naturalmente como se tivesse sido sempre assim. Há sempre um momento em que tudo o que tínhamos já não nos pertence mais. Em que de repente acordamos a milhares de quilómetros de qualquer sitio. Um ténue momento de inexistência, de descontrolo. Perde-se o chão. Perde-se o poder sobre a gravidade. Perde-se o raciocínio. A compreensão da realidade.
E nesse ténue momento não sabemos se estamos acordados ou adormecidos. Não distinguimos as discrepâncias nos intervalos de sucessão de tempo.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Ostentar ou encerrar numa gaveta no canto mais escuro da casa…há sempre uma opção…mas não uma resolução…
Há momentos que deixam marcas irreparáveis em nós. Na nossa pele. Na nossa alma. Na nossa roupa. Na nossa perspectiva do mundo. Nos objectos em que tocamos. Nos lugares onde vamos. Na pessoa que somos.
Há momentos que parecem ser tão quase neutros, que passam e não deixam nenhum resquício visível aos olhos dos outros, mas que em nós deixam provas prolongadas da sua presença…memórias carimbadas com uma tinta que não pode ser retirada facilmente…feridas abertas que teimam em não cicatrizar…
Podemos deixar essas marcas bem visíveis, mostrá-las aos outros, assumi-las e deixar as feridas sangrarem tudo até nos ressequirem por inteiro ou então podemos optar por esconder com todas as nossas forças todas as evidências. Cobrir as marcas completamente com o nosso melhor disfarce, esconder as feridas com cicatrizes fictícias.
No entanto, quaisquer das duas opções é inútil, quer escondamos ou assumamos essas nossas fraquezas, o caminho a percorrer até as superarmos totalmente ou conseguirmos de certa forma viver passivamente com elas, é exactamente o mesmo.
Há momentos que parecem ser tão quase neutros, que passam e não deixam nenhum resquício visível aos olhos dos outros, mas que em nós deixam provas prolongadas da sua presença…memórias carimbadas com uma tinta que não pode ser retirada facilmente…feridas abertas que teimam em não cicatrizar…
Podemos deixar essas marcas bem visíveis, mostrá-las aos outros, assumi-las e deixar as feridas sangrarem tudo até nos ressequirem por inteiro ou então podemos optar por esconder com todas as nossas forças todas as evidências. Cobrir as marcas completamente com o nosso melhor disfarce, esconder as feridas com cicatrizes fictícias.
No entanto, quaisquer das duas opções é inútil, quer escondamos ou assumamos essas nossas fraquezas, o caminho a percorrer até as superarmos totalmente ou conseguirmos de certa forma viver passivamente com elas, é exactamente o mesmo.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
May your dreams find you…and may you find yourself in your dreams.
May you stay as long as you feel like…and may you leave with no regrets.
May you smile.
May you love the things you have.
May you live. Every minute.
May you discover the truth above all the lies.
May you walk…and run…or just stay still in your own place.
May the people listen to you and may you listen to people.
May you take off your mask and may you be naked and free in the middle of the crowd.
May your spirit be wild.
May you go far…and may you come back home at the end of every journey.
May you reinvent you story as many times as you want.
May you be your owner.
May you choose your path. And may you change it anytime…anywhere…for any reason…or for no reason at all.
May you close the curtain at the end of each act. May you move on.
Whenever you’re hungry…may you search for food.
Whenever you’re thirsty…may you search for water.
As simple as that.
May you stay as long as you feel like…and may you leave with no regrets.
May you smile.
May you love the things you have.
May you live. Every minute.
May you discover the truth above all the lies.
May you walk…and run…or just stay still in your own place.
May the people listen to you and may you listen to people.
May you take off your mask and may you be naked and free in the middle of the crowd.
May your spirit be wild.
May you go far…and may you come back home at the end of every journey.
May you reinvent you story as many times as you want.
May you be your owner.
May you choose your path. And may you change it anytime…anywhere…for any reason…or for no reason at all.
May you close the curtain at the end of each act. May you move on.
Whenever you’re hungry…may you search for food.
Whenever you’re thirsty…may you search for water.
As simple as that.
Seguir em frente...para trás...
Eu não devia esperar mais… Eu devia seguir…em frente…para seguir segue-se sempre em frente…como se o que ficou para trás fosse sempre algo que nos destruísse se tentássemos voltar a ele…
Eu não posso, portanto, seguir para trás…não posso…mesmo se tentasse…ouvi dizer que na vida os momentos são irreversíveis…e é verdade…
Gostava que apenas,por uma vez, pudesse seguir para trás…
Quem decidiu que ao voltar atrás, não se está igualmente a seguir em frente?
Às vezes não conseguimos seguir em frente, porque estamos presos a uma situação que ficou incompleta…por resolver no passado…desta forma, regressar a ela seria reformulá-la…relançá-la na realidade…e assim poder então seguir em frente como manda o equilíbrio do universo…
Nem sempre voltar atrás significa necessariamente um retrocesso na vida…às vezes voltar atrás é apenas a única forma de se conseguir seguir em frente…
Eu não posso, portanto, seguir para trás…não posso…mesmo se tentasse…ouvi dizer que na vida os momentos são irreversíveis…e é verdade…
Gostava que apenas,por uma vez, pudesse seguir para trás…
Quem decidiu que ao voltar atrás, não se está igualmente a seguir em frente?
Às vezes não conseguimos seguir em frente, porque estamos presos a uma situação que ficou incompleta…por resolver no passado…desta forma, regressar a ela seria reformulá-la…relançá-la na realidade…e assim poder então seguir em frente como manda o equilíbrio do universo…
Nem sempre voltar atrás significa necessariamente um retrocesso na vida…às vezes voltar atrás é apenas a única forma de se conseguir seguir em frente…
"I got my solitary madness coming in..."
Estou sozinha…a fitar o branco da parede.
Estou melancólica…que dia é hoje?
Estou faminta… de vazio.
Estou a implorar…por alguma resposta.
Estou insone …
Estou acabada…absurdamente.
Estou melancólica…que dia é hoje?
Estou faminta… de vazio.
Estou a implorar…por alguma resposta.
Estou insone …
Estou acabada…absurdamente.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Ela está parada numa estação de comboios. Uma qualquer. E dessa estação partem imensos comboios. E chegam tantos outros. E ela observa-os a todos. Os que chegam e os que partem. Todos eles trazem e levam muitas pessoas. E o que está na estação na se altera. Vazia ou cheia. Tudo permanece igual. E ela também. Ela não é nenhuma das pessoas que chega ou parte nos comboios. Ela na entra em nenhum dos comboios que parte. Nenhum deles a levaria ao seu destino. Poderia, eventualmente, ela sabe, entrar num qualquer e seguir um destino aleatório e fazer como todas as pessoas…seguir…
Talvez fosse melhor que estar ali parada em dissonância com o mundo á sua volta.
O tempo urge…e o mundo não é para os inactivos. Como se apenas àqueles que seguem um rumo qualquer…àqueles que se mexem…estivesse reservado uma espécie de felicidade.
Ela um dia já foi uma pessoa a entrar num daqueles comboios e seguiu um destino. Ela um dia já foi uma pessoa a sair de um comboio e a pisar um novo solo.
E isso não a tornou uma melhor pessoa agora. Ou mais feliz.
Talvez o rumo dela seja exactamente não tomar rumo nenhum.
Talvez fosse melhor que estar ali parada em dissonância com o mundo á sua volta.
O tempo urge…e o mundo não é para os inactivos. Como se apenas àqueles que seguem um rumo qualquer…àqueles que se mexem…estivesse reservado uma espécie de felicidade.
Ela um dia já foi uma pessoa a entrar num daqueles comboios e seguiu um destino. Ela um dia já foi uma pessoa a sair de um comboio e a pisar um novo solo.
E isso não a tornou uma melhor pessoa agora. Ou mais feliz.
Talvez o rumo dela seja exactamente não tomar rumo nenhum.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
"Ha Ha You're Dead"
Está a acabar…vês?
Estás a sucumbir!
Pouco a pouco te consomes.
É tão triste…e tão caoticamente cómico.
Há coisas que foram feitas para acabar por ser extintas.
É uma pena…
Não vês? Eu não consigo parar de rir.
Há pessoas que choram nestes momentos.
Há pessoas que choram em imensos momentos.
Eu choro em muitos momentos, mas não neste.
Estás a sucumbir…a esvair-te para sempre…
Sabes, sonhei com isto imenso tempo.
Vai…deixa-te ir…nada podes fazer agora!
Há pessoas que são mais belas quando estão a ser destruídas.
Há pessoas que apenas são belas quando já não existem.
Estás a sucumbir!
Pouco a pouco te consomes.
É tão triste…e tão caoticamente cómico.
Há coisas que foram feitas para acabar por ser extintas.
É uma pena…
Não vês? Eu não consigo parar de rir.
Há pessoas que choram nestes momentos.
Há pessoas que choram em imensos momentos.
Eu choro em muitos momentos, mas não neste.
Estás a sucumbir…a esvair-te para sempre…
Sabes, sonhei com isto imenso tempo.
Vai…deixa-te ir…nada podes fazer agora!
Há pessoas que são mais belas quando estão a ser destruídas.
Há pessoas que apenas são belas quando já não existem.
"O bater de asas de uma simples borboleta pode influenciar o curso natural das coisas e, assim, provocar um tufão do outro lado do mundo."
As coisas que fazemos nunca são neutras, como muitas vezes julgamos que sejam...gostamos de nos enganar...pensar que não tem importância..."foi só desta vez"..."uma vez por acaso"..."ninguém viu/ouviu"...mas eu acredito que o acaso é algo que não existe...e que nada é feito "por acaso"...toda a acção tem o seu resultado correspondente…mesmo que às vezes demore imenso tempo a se observar esse resultado… E é isso que nos leva a julgar que há acções neutras, apenas pelo facto de não vermos as consequências (positivas e/ou negativas) imediatamente…
Mas eu acredito no “efeito borboleta”…qualquer acção, por mais pequena e insignificante que possa parecer altera tudo o resto…todo o percurso “natural” do caos…qualquer acção pode provocar ou evitar um certo acontecimento.
Nós temos uma necessidade extrema de expiar todas nossas culpas, por isso “optamos” por acreditar que há coisas que fazemos que não terão quaisquer repercussões no futuro…gostamos de pensar que somos inocentes…que estamos ilibados só porque o que fizemos pareceu (aos nossos olhos) passar completamente oculto ao resto do mundo.
Mas eu acredito no “efeito borboleta”…qualquer acção, por mais pequena e insignificante que possa parecer altera tudo o resto…todo o percurso “natural” do caos…qualquer acção pode provocar ou evitar um certo acontecimento.
Nós temos uma necessidade extrema de expiar todas nossas culpas, por isso “optamos” por acreditar que há coisas que fazemos que não terão quaisquer repercussões no futuro…gostamos de pensar que somos inocentes…que estamos ilibados só porque o que fizemos pareceu (aos nossos olhos) passar completamente oculto ao resto do mundo.
domingo, 24 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
I HATE...
I hate all the colors of the rainbow.
I hate all the songs.
I hate the Spring, the Summer, the Fall and the Winter.
I hate the day and the night.
I hate all the sounds and the silence.
I hate Mondays…and all the rest of the days in the week.
I hate busy days and I hate lazy days.
I hate all my shoes and all my dresses.
I hate all the twelve months of the year.
I hate Carnival, Easter and Christmas.
I hate movies.
I hate my hair and my nails.
I hate birthdays.
I hate books and magazines.
I hate rainy days and sunny days.
I hate pepper as much as I hate salt.
I hate all the languages in the world.
I hate glass, paper and plastic.
I hate trees and flowers.
I hate cold as much as I hate heat.
I hate sand and I hate water.
I hate walls, doors and windows.
And I hate poems so much that make sick.
I hate darkness and I hate light.
I hate all the kinds of emotions and feelings.
I hate my bed and my pyjamas.
I hate pencils and pens.
I hate forks, spoons and knives.
I hate cigarettes and wine.
I hate tears as much as I hate smiles.
I hate sunsets and sunrises.
I hate birds and fishes.
I hate all the Oceans and Continents of the world.
I hate laundry machines and vacuum cleaners.
I hate teams and supporters.
I hate TV and radio.
I hate translations, subtitles and quotations.
I hate rice, potatoes and oranges.
I hate sins and virtues.
I hate bad and good.
I hate everything.
I hate to love and I only love to hate…even the things I love…just because….no reason at all…just for fun…just because I have nothing better to do.
I’m good hating things, it’s something that makes me happy…even though I hate happiness so much that I can’t stand it.
I hate all the songs.
I hate the Spring, the Summer, the Fall and the Winter.
I hate the day and the night.
I hate all the sounds and the silence.
I hate Mondays…and all the rest of the days in the week.
I hate busy days and I hate lazy days.
I hate all my shoes and all my dresses.
I hate all the twelve months of the year.
I hate Carnival, Easter and Christmas.
I hate movies.
I hate my hair and my nails.
I hate birthdays.
I hate books and magazines.
I hate rainy days and sunny days.
I hate pepper as much as I hate salt.
I hate all the languages in the world.
I hate glass, paper and plastic.
I hate trees and flowers.
I hate cold as much as I hate heat.
I hate sand and I hate water.
I hate walls, doors and windows.
And I hate poems so much that make sick.
I hate darkness and I hate light.
I hate all the kinds of emotions and feelings.
I hate my bed and my pyjamas.
I hate pencils and pens.
I hate forks, spoons and knives.
I hate cigarettes and wine.
I hate tears as much as I hate smiles.
I hate sunsets and sunrises.
I hate birds and fishes.
I hate all the Oceans and Continents of the world.
I hate laundry machines and vacuum cleaners.
I hate teams and supporters.
I hate TV and radio.
I hate translations, subtitles and quotations.
I hate rice, potatoes and oranges.
I hate sins and virtues.
I hate bad and good.
I hate everything.
I hate to love and I only love to hate…even the things I love…just because….no reason at all…just for fun…just because I have nothing better to do.
I’m good hating things, it’s something that makes me happy…even though I hate happiness so much that I can’t stand it.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Manobras de diversão
Eu enganei-me. Enganei-me repetidas vezes. Enganei-me e continuo a enganar-me.
Parece que o engano surge na minha existência passiva e naturalmente.
Engano-me constantemente…e pior ainda…dou aos outros o poder de me enganarem também…apesar de saber à partida que o estão a fazer.
Sou hipócrita. Não planeei sê-lo mas a vida assim o proporcionou. Não penso muito nisso. Nem vou pensar agora.
Não sou interessante. Nada. Nem um pouco. Tento apenas transpor algum interesse para as várias personagens que vou criando…tudo não passam de simples manobras de diversão…
Se me divirto? Nem sempre…a maioria das vezes é mais aborrecido do que se possa pensar…
Mas eu enganei-me. E não há muito que possa fazer quanto a isso agora. Enganei-me na direcção. Na porta. Na rua. Nas palavras. Nos gestos. Nas escolhas.
Escolhi a personagem errada para cada uma de todas as situações.
O texto errado na história errada…
A farsa tornou-se tão grande que eu me enredei nela, deixando de conseguir distinguir a realidade da ficção (alucinação?).
Tenho um problema enorme com factos concretos. È extremamente complicado para mim ter que admitir que o branco é branco…o preto é preto…e pronto…não há mais nada para além disso. Tenho dificuldades em interpretar a realidade…em descrevê-la e assimilá-la. Suponho que a vejo sempre de forma transfigurada. Dificilmente consigo fazer boas descrições e dar opiniões fundamentadas sobre os acontecimentos reais.
Não lido bem com a objectividade, aliás abomino-a. Não me preenche. É demasiado simplificada.
E por isso me engano tanto…porque vagueio o tempo todo na imensidão absoluta e emaranhada da subjectividade. E as coisas nunca são o que são…são sempre outra coisa qualquer…
E a subjectividade é traiçoeira…cria imensos enigmas em meu redor… e eu engano-me uma e outra vez sem intervalos…
E,assim, as personagens estão deslocadas…não encaixam no enredo da história…e enganam-se…e enganam-me…
Deixei o drama…vou voltar à comédia...
Parece que o engano surge na minha existência passiva e naturalmente.
Engano-me constantemente…e pior ainda…dou aos outros o poder de me enganarem também…apesar de saber à partida que o estão a fazer.
Sou hipócrita. Não planeei sê-lo mas a vida assim o proporcionou. Não penso muito nisso. Nem vou pensar agora.
Não sou interessante. Nada. Nem um pouco. Tento apenas transpor algum interesse para as várias personagens que vou criando…tudo não passam de simples manobras de diversão…
Se me divirto? Nem sempre…a maioria das vezes é mais aborrecido do que se possa pensar…
Mas eu enganei-me. E não há muito que possa fazer quanto a isso agora. Enganei-me na direcção. Na porta. Na rua. Nas palavras. Nos gestos. Nas escolhas.
Escolhi a personagem errada para cada uma de todas as situações.
O texto errado na história errada…
A farsa tornou-se tão grande que eu me enredei nela, deixando de conseguir distinguir a realidade da ficção (alucinação?).
Tenho um problema enorme com factos concretos. È extremamente complicado para mim ter que admitir que o branco é branco…o preto é preto…e pronto…não há mais nada para além disso. Tenho dificuldades em interpretar a realidade…em descrevê-la e assimilá-la. Suponho que a vejo sempre de forma transfigurada. Dificilmente consigo fazer boas descrições e dar opiniões fundamentadas sobre os acontecimentos reais.
Não lido bem com a objectividade, aliás abomino-a. Não me preenche. É demasiado simplificada.
E por isso me engano tanto…porque vagueio o tempo todo na imensidão absoluta e emaranhada da subjectividade. E as coisas nunca são o que são…são sempre outra coisa qualquer…
E a subjectividade é traiçoeira…cria imensos enigmas em meu redor… e eu engano-me uma e outra vez sem intervalos…
E,assim, as personagens estão deslocadas…não encaixam no enredo da história…e enganam-se…e enganam-me…
Deixei o drama…vou voltar à comédia...
domingo, 10 de janeiro de 2010
O grito. Empalhado em cima da mesa. A sucumbir num caótico nada.
O silêncio. Refugiado atrás da porta. Desventrado.
A loucura. Sufoca no moroso gotejar de sangue na entrada.
A dor. Nos restos de cigarros apagados no cinzeiro. Cinza.
A agonia. Esmorece suavemente na poesia morta dos degraus das escadas.
Não há mais nada.
O silêncio. Refugiado atrás da porta. Desventrado.
A loucura. Sufoca no moroso gotejar de sangue na entrada.
A dor. Nos restos de cigarros apagados no cinzeiro. Cinza.
A agonia. Esmorece suavemente na poesia morta dos degraus das escadas.
Não há mais nada.
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